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Nome: sonho Idade: 33 Local: porto Interesses: desporto,filmes,internet,familia,passear etc... Amizade... Sou um menino-homem comprometido comigo mesmo, com o meu trabalho e com as pessoas que fazem a minha vida ser mais feliz... a cada dia..

03/09/2007 GMT 1

Desabafo de uma mulher

sonhocomandaavida @ 19:33

desabafo de uma anónima
Acho que tenho que começar a exorcizar os fantasmas da minha vida e até mesmo ajudar-vos a compreender o que me levou a bater tão no fundo do poço.

“A minha infançia foi normal, alheia a muita coisa que se passava à minha volta, com uma mãe que me amava da melhor maneira possivel e um pai que me tratava como uma boneca de porcelana.

Vivia feliz dentro de um seio de uma família que acreditava que nunca iria desmoronar. Acreditava piamente que vivia um conto de fadas, eu era a princesinha e os meus pais os reis do castelo.

Aos 14 anos vi todo o meu mundo desmoronar… a minha entrada para a adolescência foi muito atribulada. A minha mãe trabalhava a maior parte do tempo não podendo estar comigo, era mais o tempo que passava sozinha do que com os meus pais. O meu pai começou a transformar-se num pai tirano. Não me autorizava estar com as minhas colegas e muito menos ir a casa delas para fazer trabalhos em grupo.

Ainda me recordo de um episodio em que a minha professora de portugues enviou um recado ao meu pai, dizendo que era necessario que eu participasse desse trabalhos. Mesmo assim, foi inflessivel! Eu não podia sair, nem fazia sentido elas poderem tb ir lá casa. Se havia trabalhos faria-os sozinha!

Mas era o meu pai e apesar de tudo respeitava-o e adorava-o! Idolatrava-o!

Talvez seja por isso que hoje o odeio tanto, porque o tinha num tão grande pedestal e quando caiu, quebrou junto ao meus pés.

Aprendi a dar a volta na questão, as minhas colegas juntavam-se e eu trabalhava sozinha em casa, divertia-me na escola e depois enclausurava em casa, na minha grande torre. Mas de uma certa maneira era feliz.

Nessa altura a minha mãe adoençeu, foi lhe detectado um mioma e teria de ser operada. Lembro que no dia da operação o meu coração estava apertadinho, pois pensava o que seria de mim caso a minha mãe não sobrevivesse. Mas tudo correu bem!

Mal sabia eu, que o nosso pesadelo mal tinha começado…nunca imaginei que a curiosidade de uma criança às vezes pode ser brutal para ela mesma.

Como a minha mãe se encontrava hospitalizada, o meu pai estava sozinho comigo e um dia pediu à minha madrinha para ficar comigo pois tinha um trabalho para fazer durante a noite.

Nessa altura o meu sexto sentido já era muito apurado. No dia seguinte qd voltei a casa o meu pai tinha rasgado uns papeis para o lixo. Curiosa fui buscá-los, juntei um por um e fiz um puzzle. Era um recibo de um motel para 2 pessoas da noite em que fiquei em casa da minha madrinha.

A minha curiosidade, levou-me a descobrir que o meu pai tinha uma amante e que esteve com ela enquanto a minha mãe estava hospitalizada.

Tinha 13/14 anos, era uma criança desamparada, sem saber o que fazer. Como contar à minha mãe? Ela iria aguentar?Contar a quem?O que fazer?

Decidi nessa altura não contar nada a ninguem, a minha mãe não podia saber, pois estava hospitalizada e tinha de recuperar. Durante meses o meu segredo corroeu-me por dentro. E estava longe de descobrir o que me viria a fazer anos mais tarde.

A figura do meu pai, de correcto, de um homem integro tinha desaparecido, a minha revolta crescia com o passar do tempo, o amor desvanecia, dando lugar ao rancor, à amargura.

Meses mais tarde, numa manhã antes de ir para a escola a minha mãe acordou-me com o pior dos meus pasadelos, lavada em lágrimas, com uma foto na mão disse: - O teu pai têm uma amante!

Assustada, perdida e sem saber o que se passava, as unicas palavras que sairam da minha boca foram: - Eu sei!

Ainda hoje penso que a minha mãe não esqueceu e não me perdoou por isso, e se o fez demorou muito tempo para que isso acontecesse.

A partir desse dia foram meses de autentico inferno. As discussões, as agressoes, os telefonemas de uma outra mulher lá para casa. A minha vida encantada, tinha desmoronado ali, a vida de fadas acabara e não iriamos viver felizes para sempre.

Nessa altura tudo o que compreendia de um pai tirano, esvaneceu-se. Quem era ele para dar lições de moral. O amor, era rancor e muita raiva. O respeito esse deixara de existir.

No dia que o meu pai saiu de casa, foi um dia muito torbulento, com muito choro, gritaria e um vazio enorme.

A adolescente perdera a sua inocencia e conheceu uma nova palavra, o odio!”

Vou ficar por aqui, mais para a frente continuo a historia da minha vida.

violência

sonhocomandaavida @ 19:01

minha querida visitantes do blog,como criei este blog para escrever de vaios temas hoje decidi dar continuidade a uma coisa que vocês se bem se lembro venho-me debatendo ha muito tempo...a violencia domestica,uma das coisas que nos podemos orgulhar (eronicamente )do nosso pais pois ai sim somos os maiores nessa materia,imaginem que morrem 4 mulheres por ano vitima desses marginais.

aqui fica algumas dicas como agires se fores vitima desses vandalhos,e porque escrevo assim?pois meus amigos como voçês sabem ainda esta pra nascer o marginal que me vai calar.

li hoje um blog de uma amiga da qual ela sem qualquer problema fala do que foi vitima a sua propria mãe sensiblisou-me bastante dai publicar este artigo e algumas historias tambem..

se quizerem ver o blog dessa mesma amiga acessa ao blog http://tscobra.blogs.sapo.pt/

agora então aqui fica umas dicas pra te livraes desses marginais se for o caso quem esteja a ler o blog..

O serviço de informação, gratuito, funciona pelo telefone, 24 horas por dia para apoiar vítimas de violência doméstica através do número 800 202 148 .

O fenómeno da violência e do mau trato no seio da família tem como vítimas preferenciais o cônjuge (ou a pessoa que vive em condições análogas), as crianças, os idosos e os doentes. A frieza estatística demonstra que na esmagadora maioria dos casos de violência doméstica a vítima é a mulher. Isto não significa que as mulheres não exerçam elas próprias a violência doméstica, de forma bastante activa e intensa, designadamente em relação a crianças e a idosos. Contrariamente ao comportamento agressivo, o comportamento violento não tem a intenção de fazer mal à outra pessoa, ainda que habitualmente isso aconteça. O objectivo final do comportamento violento é submeter o outro mediante o uso da força.
Nas mais das vezes é através da denúncia por banda das vítimas ou de terceiros (familiares ou vizinhos), feita junto das entidades policiais, que esta problemática entra no sistema de justiça. Essa notícia dará origem a um procedimento, no qual se irá apurar a responsabilidade do agressor pela prática de crime, que pode ser de ofensa à integridade física , de ameaça , de coacção , de injúrias ou difamação , de violação ou de outros crimes sexuais , ou de maus tratos .
Na vertente civilista, a entrada no sistema ocorre normalmente por instauração de acção de divórcio com vista à separação, na qual se poderão suscitar (oficiosamente ou a requerimento) os incidentes de alimentos provisórios e/ou de regulação do exercício do poder paternal relativamente aos filhos e/ou quanto à utilização da casa de morada de família . Indiciando-se, em qualquer caso, situação de perigo para a segurança, a saúde, a formação moral ou a educação de menores a cargo do maltratado e/ou do maltratante, e não sendo caso de inibição do poder paternal, poderá determinar-se a instauração de processo tutelar, no tribunal de menores, onde se decretarão as medidas adequadas à sua protecção , ou, sendo caso de inibição do exercício do poder paternal, deverá o Ministério Público instaurar o competente procedimento junto do tribunal de família.

É um serviço anónimo e confidencial.

Bem vindo ao meu blog sonho comanda a vida

sonhocomandaavida @ 02:09

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